Primeiros problemas pela persistências das chuvas 2018

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Não há fome que não dê em fartura…
Quando estávamos a prever uma campanha com muitos problemas de falta de água, eis que estamos com 40 dias seguidos de chuva, sem oportunidade de começar as sementeiras.
A chuva foi providencial e sem ela iríamos ter com certeza muitos problemas no regadio onde ainda existia alguma água. Também a floresta iria passar uma fase terrivel com a morte de muitas árvores
O sequeiro estava perdido e mesmo para as culturas perenes poderia vir a ser um ano fatal com falta de água para a sobrevivência dos pomares.
Também na zona sul do Tejo a cunha salina estava a ameaçar grandes áreas de regadio e a impedir (ou a restringir fortemente) a rega no perímetro da lezíria de Vila Franca.

Assistimos agora a um novo problema, com todos estes dias de chuva, o início das sementeiras estão a ser muito atrasado na nossa região.
Este problema vai resultar num maior risco para a cultura do Milho; maiores gastos de energia com a rega, bastantes atrasos nas colheitas com risco de acamas, compactações desnecessárias e atraso na faturação.
Temos que nos preparar o melhor possível para não perdermos tempo quando dermos inicio às sementeiras.

Ter a certeza que as máquinas estão preparadas e mantidas, fazer teste em branco para forçar avarias e repará-las antes do inicio da campanha.
Neste caso quando as infestantes de inverno estão a crescer de forma muito forte devemos tentar controlar o seu crescimento para não atrasar ainda mais o inicio da sementeira.

Consulte a chuva na sua zona – https://ift.tt/2qgiqQb

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